Este capítulo sobre as integrações avançadas mostra como Amour Monstre pode se articular com outras abordagens sem perder a sua função de terceiro. O objetivo é passar de uma « ferramenta em si » a uma ferramenta que se insere em uma estratégia terapêutica: circularidade para multiplicar os pontos de vista, externalização para criar uma aliança contra o problema, abordagem centrada em soluções para amplificar o que funciona, trabalho com o espaço para tornar a dinâmica visível, e ancoragem transgeracional via genograma. Este capítulo ensina sobretudo a escolher uma integração em função do objetivo clínico do momento, em vez de empilhar técnicas.