De 13 a 15 de janeiro de 2027
4 e 5 de fevereiro de 2027
Presencial de 1º a 5 de março de 2027
8 e 9 de abril de 2027
13 e 14 de maio de 2027
Presencial de 7 a 11 de junho de 2027
1º e 2 de julho de 2027
De 8 a 10 de setembro de 2027
De 6 a 8 de outubro de 2027
Presencial de 15 a 19 de novembro de 2027 (colóquio dia 19)
De 15 a 17 de dezembro de 2027
O segundo ano leva você dos fundamentos sistêmicos a uma leitura clínica mais densa, mais matizada e mais contextualizada das situações humanas.
Depois de um primeiro ano centrado nas bases, esta etapa leva você a trabalhar a articulação entre modelos sistêmicos, trajetórias de desenvolvimento, apego, psicopatologia, crises, lutos, casais, instituições e dinâmicas de grupo.
A questão já não é apenas compreender a sistêmica como quadro teórico, mas utilizá-la para analisar situações clínicas complexas, situadas, atravessadas por vários níveis de realidade ao mesmo tempo: individual, familiar, institucional, social e cultural.
O formato híbrido conserva aqui toda a sua pertinência. O presencial sustenta a intensidade das oficinas, das simulações, do trabalho sobre si e da clínica viva. O a distância permite a continuidade das análises de caso, da supervisão, dos aportes metodológicos e do início da monografia.
Este ano 2 é um ano-charneira. Ele afina o julgamento clínico, reforça a capacidade de formular hipóteses sistêmicas mais robustas e prepara para participar de intervenções com mais precisão e responsabilidade sob supervisão.
Mensalização possível • Financiamentos institucionais possíveis
Este ano ensina você a colocar em relação modelos sistêmicos, desenvolvimento, apego, psicopatologia e contextos de vida, em vez de tratá-los como blocos separados.
Os sintomas, os impasses relacionais e as crises são lidos em seu contexto de emergência, de manutenção e de transformação, com atenção acrescida às interações e aos sistemas de pertencimento.
Você já não se contenta em identificar referências: começa a participar de intervenções sob supervisão, com uma postura mais construída e hipóteses clínicas mais ajustadas.
No ano 2, o formato híbrido assume uma função ainda mais precisa: sustentar o aumento da complexidade sem fragmentar a aprendizagem.
Este segundo ano dirige-se aos profissionais do campo da saúde mental, do social, do médico-social ou da empresa que desejam aprofundar sua prática sistêmica e desenvolver uma leitura mais fina das situações complexas.
Os intervenientes principais do ciclo são Yara Doumit Naufal, Julien Besse e Gisèle Abi Chahine.
A formação inscreve-se em um ambiente pedagógico mais amplo que inclui também formadores convidados de referência, entre os quais Robert Neuburger, Jacques Pluymaekers, Ivy Daure, Bernard Filleul, Damien Légère, Marie-Jeanne Schon, Cinthe Lemmens, Stessie Fougeroux, Marie-Christine Cabié-Jacquemin e Lola Pernot.
Com o grupo limitado a 15 participantes, o acompanhamento pode permanecer exigente, aprofundado e personalizado, inclusive no trabalho clínico mais complexo próprio deste segundo ano.
Este segundo ano foi concebido para quem quer ir além da aquisição das bases e entrar em uma leitura clínica mais profunda, mais contextualizada e mais responsável dos sistemas humanos. A formação é ministrada em francês.