06/10/26
07/10/26
Compreendê-la e avaliá-la para intervir melhor em uma abordagem sistêmica e familiar.
Em um contexto marcado pelo aumento das crises suicidas entre adolescentes e jovens adultos, a resposta terapêutica não pode permanecer centrada apenas no indivíduo. A crise suicida inscreve-se em uma dinâmica complexa em que interagem fatores individuais, vulnerabilidades psíquicas, contextos de vida, relações familiares e recursos do ambiente.
A abordagem sistêmica e familiar permite ampliar a compreensão da crise levando em conta as interações, os lugares, as lealdades, as modalidades de comunicação, os segredos, os não-ditos e os modos de regulação próprios ao sistema familiar.
Esta formação de dois dias propõe adquirir referências teóricas, clínicas e metodológicas para identificar a crise suicida, avaliar o risco, reconhecer os fatores individuais e familiares de vulnerabilidade e de proteção, e intervir em uma perspectiva sistêmica. Ela aborda também o acompanhamento pós-crise, a prevenção a montante e as questões de posvenção junto às famílias enlutadas por suicídio.
Uma crise suicida em um adolescente ou jovem adulto não se compreende apenas a partir do sujeito isolado. Ela se desdobra em interações, pertencimentos, lugares familiares, vulnerabilidades e recursos que exigem uma leitura mais ampla.
Referências para avaliar o risco com mais fineza, conduzir uma entrevista de crise, envolver os próximos de maneira ajustada, reforçar os fatores protetores e construir respostas terapêuticas mais operatórias.
A prevenção, a intervenção, o acompanhamento pós-crise e a posvenção, com ferramentas sistêmicas transferíveis para a prática clínica e institucional.
Esta formação dirige-se aos profissionais que trabalham com adolescentes, jovens adultos e famílias, e desejam reforçar sua capacidade de avaliação e de intervenção nas situações de crise suicida.
Psicoterapeuta do adulto, do casal e da família, membro e formadora no Lien Systémique, Líbano.
Sua abordagem articula leitura clínica, compreensão relacional e mobilização de ferramentas sistêmicas para intervir nas situações de crise com mais precisão, continência e ajuste.
Esta formação apoia-se em uma prática sensível às dinâmicas familiares, às vulnerabilidades do contexto e aos recursos do sistema relacional, para ajudar os profissionais a avaliar e acompanhar a crise com mais justeza.
O programa segue uma progressão que vai da compreensão da crise suicida à avaliação do risco, e depois às modalidades de intervenção, de prevenção e de posvenção.
A inscrição compreende a participação nos 2 dias de formação ao vivo por videoconferência, o acesso ao replay e os materiais pedagógicos úteis ao trabalho de integração.
A formação foi concebida para os profissionais que desejam dispor de referências sólidas, de critérios de avaliação precisos e de ferramentas sistêmicas concretas para intervir com mais justeza nas situações de crise suicida.
Na medida do possível, a formação pode ser adaptada às necessidades específicas dos participantes. As necessidades particulares podem ser sinalizadas com antecedência, especialmente no questionário de posicionamento.
Complexe Systémique
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