Red Sistémica · Pesquisa em psicoterapia
Toda pesquisa científica começa por uma revisão da literatura. Ao procurar o que se havia escrito sobre a avaliação de resultados em psicoterapia, Regina Szprachman de Hubscher encontrou um trabalho de Michael Lambert cuja conclusão a reteve: dar ao terapeuta um retorno regular sobre a evolução de seu cliente melhora os resultados do tratamento. Ela coloca essas pesquisas — as de Lambert, as de Howard sobre a relação dose-efeito e sobre a pesquisa centrada no paciente, as de Jacobson sobre a mudança clinicamente significativa — em confronto com o ILOP, o inventário de avaliação do alcance dos objetivos em psicoterapia que construiu em seu centro de terapias breves. Uma segunda parte, assinada em conjunto com Michael J. Lambert, dá conta da correlação do ILOP com o OQ-45.2 e o SCL-90-R.
“O ser humano não é inteligente porque construiu a ferramenta: foi o uso da ferramenta que o tornou inteligente.”
Lev Semionovich Vigotsky
Resumo
A autora reúne, numa síntese cerrada e precisa, os aportes modelizadores de trabalhos científicos dedicados à avaliação de resultados em psicoterapia. Ela destaca um artigo de Michael Lambert como organizador de sua revisão da literatura, com aquela conclusão substancial sobre o retorno de informação ao terapeuta, cuja aplicação melhora os resultados. Remete aos aportes incontornáveis de Howard K. I. e de Jacobson N. S. Howard K. I. e sua pesquisa sobre a relação dose-resposta, assim como o que ele chama de “o novo paradigma em psicoterapia”, que ultrapassa os conceitos de eficácia e efetividade e no qual o terapeuta se pergunta: este tratamento serve a este cliente? Jacobson N. S., que demonstra a possibilidade de identificar estatisticamente a mudança confiável e clinicamente significativa. A Dra. Szprachman relaciona esses aportes com o ILOP (inventário de avaliação de resultados em psicoterapia), com o qual conduz uma pesquisa científica sobre a avaliação de resultados em terapia breve estratégica. Ela utiliza o retorno de informação ao cliente e ao terapeuta como recomendam esses autores, e também se pergunta se este tratamento serve a este paciente. O ILOP já dispõe de sua validação e de sua consistência interna. O ponto de corte que marca a passagem à fase de manutenção foi obtido, e observa-se o fenômeno de bola de neve em ação após cada entrevista de manutenção sustentada.
Em toda pesquisa científica é necessário proceder a uma revisão da literatura sobre o “estado da arte” nesse ponto do conhecimento. No curso da minha pesquisa sobre as “pesquisas científicas em avaliação de resultados em psicoterapia”, encontrei, em primeiro lugar, um trabalho intitulado “Dar ao terapeuta um retorno de informação sobre a evolução do cliente durante a terapia melhora os resultados?” (Lambert M. et al., 2001), trabalho que se tornou o guia e o organizador da minha pesquisa.
O que me atraiu nesse artigo? Naturalmente o seu rigor científico, e o desafio que despertou em mim quando estabeleci conexões entre os resultados comunicados por Michael Lambert e minha experiência no desenvolvimento do ILOP para a avaliação de resultados em psicoterapia. Foi precisamente para embasar esse desenvolvimento que empreendi esta pesquisa bibliográfica.
Comecei a elaborar o ILOP em julho de 2003 no Centro de Terapia Breve que dirijo, graças aos terapeutas, aos clientes e aos especialistas: os terapeutas da equipe, em supervisão constante atrás do espelho unidirecional (cámara Gesell), que o aplicaram; os clientes que a ele responderam; os especialistas em construção de escalas psicométricas; e a colaboração fundamental dos estatísticos. Tudo isso tornou possível o tratamento e a análise corretos da informação fornecida pelos dados que a aplicação do ILOP gerou. Foi assim que, após transformações sucessivas, produto de sua aplicação constante, obteve-se o instrumento definitivo, com sua validação e sua consistência interna, em dezembro de 2004, integrado à segunda edição do meu livro (2005).
O ILOP é um inventário de avaliação do alcance dos objetivos em psicoterapia que busca avaliar o estado e a evolução do cliente em resposta ao tratamento. Compõe-se de um conjunto de itens (perguntas automotivadoras) autoaplicáveis, que constituem a coluna vertebral da terapia breve tal como a conduzimos nesta instituição. O cliente responde a ele na admissão, a cada quatro sessões e em cada uma das entrevistas de manutenção, antes de entrar em cada uma dessas entrevistas. A resposta autoaplicada constitui um primeiro retorno de informação ao cliente sobre o seu estado. Ele recebe um segundo retorno sobre seu estado quando o terapeuta o reinterroga no início da sessão. Por meio dessa retomada da pergunta, o próprio terapeuta recebe um retorno sobre o estado do cliente; e, se ele trabalha atrás do espelho unidirecional, a supervisão também, o que amplia o circuito de feedback. Trabalhar dessa maneira gera uma forte vivência de controle no sistema terapeuta-cliente do CTB, segundo o comentário dos terapeutas da equipe.
A respeito do ILOP, um dos comentários que recebi de um especialista é que se trata de um inventário interessante, que encoraja as pessoas a assumir a responsabilidade por seus problemas e por suas soluções, e de uma maneira admirável de assegurar o acompanhamento com a precisão de quem segue um sulco.
Mas o uso do ILOP, pergunto-me, melhorará os resultados? Ainda não estou em condições de demonstrá-lo cientificamente, mas Lambert e os pesquisadores que trabalham a seu redor demonstraram, sim, o efeito benéfico do feedback. No trabalho que mencionei acima (Lambert et al., 2001), eles concluem:
Os efeitos do feedback são mais fortes para os pacientes identificados como estando em risco. Quando o terapeuta recebia a informação de que o cliente estava melhorando, as terapias foram mais curtas para um benefício igual. O feedback ao terapeuta permitiu aumentar a adesão ao tratamento entre os clientes que mostravam progresso escasso. Houve, no grupo com feedback, uma redução geral de 2,68% no consumo de sessões. Isso corresponde a uma economia de 60 horas de terapia caso se tivesse dado feedback ao conjunto da amostra. Uns modestos 3% de economia multiplicados por milhares de pacientes resultariam numa redução substancial dos honorários. Nessa pesquisa, os terapeutas tinham orientações de tratamento diferentes, muitos deles subscrevendo uma integração de dois ou mais sistemas teóricos. As orientações mais comuns eram cognitivo-comportamental (42%), psicodinâmica/interpessoal (19%), humanista/existencial (16%), comportamental (6%) ou outras (16%).
O efeito benéfico do feedback é igualmente demonstrado por Hawkins E., Lambert M. et al. (2004). Nessa pesquisa, os pacientes (aqueles que não respondiam a outros tratamentos) foram designados de forma aleatória a um de três grupos: um de tratamento habitual, outro com feedback ao terapeuta, e outro com feedback ao terapeuta e ao paciente. Os autores dessa pesquisa chegam às seguintes conclusões:
Neste estudo, 64% dos pacientes do grupo “feedback ao terapeuta e ao paciente” alcançaram uma melhora confiável em 7,8 sessões. Dois dos terapeutas que dele participaram descreviam a orientação de seu tratamento como principalmente cognitivo-comportamental, interpessoal e humanista. Os pacientes dos dois tratamentos com feedback mostraram, no momento de concluir o tratamento, uma melhora significativamente maior do que os do tratamento habitual, sem aumento médio do número de sessões a que compareceram. Dar feedback aos pacientes e aos terapeutas pode ser uma abordagem viável para melhorar os resultados dos tratamentos.
Para lembrar
Duas pesquisas convergem: informar regularmente o terapeuta — e, melhor ainda, o terapeuta e o paciente — sobre a evolução do cliente encurta os tratamentos sem perda de benefício, retém em tratamento aqueles que progridem mal, e faz cerca de dois terços dos pacientes alcançarem uma melhora confiável em torno da oitava sessão.
Para que haja “mudança clinicamente significativa” (Jacobson et al., 1984), conceito mencionado no parágrafo anterior, dois critérios devem ser preenchidos: 1) que o cliente comece na zona disfuncional e termine na zona funcional; 2) que o escore de mudança se situe na magnitude do que se considera confiável. Em outro trabalho, Jacobson e Truax (1991) indicam que o índice de mudança confiável possui três características: 1) é um valor obtido a partir da diferença dos escores pré-teste/pós-teste, que deve ultrapassar o grau de erro de medida e ser superior a um desvio-padrão da média; 2) a mudança pode ser positiva ou negativa; 3) um valor inferior à mudança confiável (RC) não é considerado uma mudança real. É também por meio do ILOP que buscamos identificar a mudança clinicamente significativa no encerramento e na manutenção dos tratamentos.
Seguindo as conexões entre o ILOP e os trabalhos de Lambert que aplicam o paradigma da pesquisa centrada no paciente, remonto a Howard K. I. et al. (1996), que o apresentam. Howard expõe um “novo paradigma: a pesquisa centrada no paciente”. Ele afirma que esse paradigma responde à pergunta: este tratamento funciona para este paciente? Considera que esse paradigma ultrapassa as questões de eficácia e de efetividade. Na pesquisa centrada no paciente, Howard coloca em primeiro plano o acompanhamento dos progressos de um indivíduo ao longo do tratamento e a devolução dessa informação ao profissional, ao supervisor ou ao responsável pelo caso. O ILOP se pergunta permanentemente se este tratamento funciona para este paciente.
Estabeleci outra conexão entre o ILOP e um outro artigo de Howard et al. (1986). Nele estudaram o tempo de tratamento e o benefício do paciente numa metanálise que abrangeu 2.400 pacientes ao longo de trinta anos de pesquisa. Os terapeutas eram profissionais da saúde mental e suas orientações eram geralmente psicodinâmicas ou interpessoais. Nenhuma das terapias era principalmente comportamental nem psicofarmacológica.
Howard concluiu que:
A isso se acrescenta a seguinte observação: no início do tratamento, as avaliações da melhora feitas pelos pesquisadores eram inferiores às avaliações subjetivas do bem-estar feitas pelo paciente. Depois da 26a sessão, o número de pacientes considerados melhorados pelos pesquisadores foi superior à porcentagem de pacientes que achavam ter melhorado. Essas diferenças de apreciação entre o terapeuta e o cliente, quanto ao estado do cliente, merecerão alguma consideração por parte dos terapeutas?
Um denominador comum aparece: os 50% de pacientes melhorados depois da 8a sessão em Howard, em 1986, e os estudos de Hawkins, Lambert et al. de 2004, com a possibilidade de alcançar uma melhora confiável na 8a entrevista, tempo-pivô de uma melhora observável e acessível a terapeutas seriamente formados ou em supervisão.
Considero esse ponto um grande desafio para o ILOP, com o qual já se encontrou o ponto de corte que define — em coincidência com a impressão clínica que a precede e com a avaliação do cliente — se o cliente precisa prosseguir o tratamento ou se está em condições de passar à fase de manutenção.
Além disso, iniciamos uma etapa necessária em toda pesquisa que envolve um instrumento de avaliação: a busca da correlação entre os resultados obtidos com o ILOP e os de outros instrumentos que buscam medir resultados. Para tanto, por sugestão de um especialista, empreendemos uma aplicação conjunta do ILOP com o questionário de resultados (OQ-45.2) de Lambert e o inventário de sintomas SCL-90-R de L. Derogatis. Esses inventários autorrelatados detectam a melhora em domínios de funcionamento e permitem estabelecer comparações com o “funcionamento normal”. Ainda que não sejam específicos das finalidades e do processo da terapia, poderiam estar moderadamente relacionados a eles. Essa comparação permitiria confrontar os resultados desta abordagem terapêutica com resultados provenientes de outros tipos de tratamento.
Para encerrar este trabalho, ergo meu brinde à continuidade, e a que sejamos cada vez mais numerosos a fazer pesquisa em avaliação do alcance dos resultados em psicoterapia.
Este artigo foi publicado em Perspectivas Sistémicas, n° 87, ano 17, julho-agosto de 2005.
(A primeira parte intitula-se: “Pesquisa científica em avaliação de resultados em psicoterapia”. Artigo publicado em Perspectivas Sistémicas, julho-agosto de 2005, ano 17, n° 87.) (*)
Autores: Regina Szprachman; Michael J. Lambert.
A informação é a diferença que faz diferença.
Gregory Bateson
A primeira parte da informação sobre os avanços do ILOP (inventário de avaliação do alcance dos objetivos em psicoterapia; Szprachman, 2003-2005) saiu em Perspectivas Sistémicas (julho-agosto de 2005, ano 17, n° 87) sob o título “Pesquisa científica em avaliação de resultados em psicoterapia”. Retomo alguns parágrafos dessa primeira parte para introduzir a segunda. Eu dizia ali: “O ILOP é um inventário de avaliação do alcance dos objetivos em psicoterapia que busca avaliar o estado e a evolução do cliente em resposta ao tratamento. Trabalhar dessa maneira gera uma forte vivência de controle no sistema terapeuta-cliente do CTB, segundo o comentário dos terapeutas da equipe”, equipe que o aplica ininterruptamente desde sua criação em 2003. E prosseguia: “A respeito do ILOP, um dos comentários que recebi de um especialista é que o ILOP é um inventário interessante, que encoraja as pessoas a assumir a responsabilidade por seus problemas e por suas soluções, e uma maneira admirável de assegurar o acompanhamento com a precisão de quem segue um sulco.” Ora, conversando com meu colega e amigo Claudio Des Champs, este, ao saber quem era esse especialista, disse-me: eu teria posto o nome do especialista. Foi de fato Michael J. Lambert — a quem eu havia tão justamente designado como especialista — quem deu essa opinião sobre o ILOP e quem propôs, igualmente, buscar a correlação entre o ILOP, o OQ-45.2 (Outcome Questionnaire, Michael J. Lambert et al., 1994) e o SCL-90-R (Leonard R. Derogatis, 1977), aceitando participar dessa parte da pesquisa.
Continuo a retomar a primeira parte: “Além disso, iniciamos uma etapa necessária em toda pesquisa que envolve um instrumento de avaliação: a busca da correlação entre os resultados obtidos com o ILOP e os de outros instrumentos que buscam medir resultados. Para tanto, por sugestão de um ‘especialista’, empreendemos (com a equipe do CTB, a quem devo agradecer pela dedicação) uma aplicação conjunta do ILOP com o OQ-45.2 (Outcome Questionnaire, Michael J. Lambert et al., 1994) e o SCL-90-R (Leonard R. Derogatis, 1977).” Nas palavras de Lambert: “Esses inventários autorrelatados detectam a melhora em domínios de funcionamento e permitem estabelecer comparações com o ‘funcionamento normal’. Ainda que não sejam específicos das finalidades e do processo da terapia, poderiam estar moderadamente relacionados a eles. Essa comparação permitiria confrontar os resultados desta abordagem terapêutica com resultados provenientes de outros tipos de tratamento.” O CTB pôs-se ao trabalho e, após seis meses de labuta árdua, estou em condições de comunicar que o ILOP correlaciona significativamente com os inventários mencionados. O ILOP correlaciona significativamente, na etapa inicial, no momento em que o resultado buscado é alcançado e durante a etapa de manutenção, em todas as escalas e subescalas, com o OQ-45.2 (Outcome Questionnaire, Michael J. Lambert, 1994) e o SCL-90-R (Leonard R. Derogatis, 1977). Isso significa que ele correlaciona significativamente com as três subescalas do OQ-45.2, denominadas sintomas de mal-estar, relações interpessoais, papel social, assim como com o resultado total. Correlaciona igualmente de maneira significativa com o SCL-90-R (Leonard R. Derogatis, 1977), com os índices globais, o índice de mal-estar subjetivo e as dimensões sintomáticas: depressão, hostilidade, ansiedade, obsessões e compulsões, psicoticismo, ideação paranoide, sensibilidade interpessoal, somatizações. Confesso a vocês que isso me pareceu dos mais impressionantes: o ILOP, que explora de forma interacional a autoavaliação que o sujeito faz da evolução de seu mal-estar ao longo da psicoterapia, correlaciona com instrumentos que avaliam o mal-estar, fundamentalmente, através de domínios de funcionamento.
E esses resultados, que aporte trazem para o campo da psicoterapia? Este: com o ILOP, na marcha rumo ao alcance dos resultados, o cliente pode decidir (identificação da meta em termos de coconstrução) para onde vai em sua terapia, com, em relação aos instrumentos com que é comparado, uma diferença a seu favor: a de beneficiar ainda mais o tratamento, representando o resultado com um apoio quantitativo e gráfico. Há também esta possibilidade: seguindo o ILOP, o sistema terapêutico pode evitar desviar-se do curso do tratamento, uma vez que ele é “como um sulco da terapia”, conforme diz também Lambert.
Bem, na realidade o desafio continua. Terá de ser provado — e tudo passa sempre pela prova! — que outro tipo de psicoterapia obtenha resultados correlacionáveis aos do ILOP no CTB.
Para encerrar esta segunda parte, ergo novamente meu brinde à continuidade, e a que sejamos cada vez mais numerosos a fazer pesquisa em avaliação do alcance dos resultados em psicoterapia.
Nota do original
(*) Trata-se de um artigo de fevereiro ou março de 2006, momento em que essas conclusões foram obtidas. Elas foram em seguida apresentadas em diversos eventos acadêmicos e publicadas pela faculdade de psicologia da Universidade de Buenos Aires nos anais das XIIIas Jornadas de Pesquisa em Psicoterapia de 2006.
Nota da redação
A Dra. Regina Szprachman continuou a atualizar seu trabalho. Quem desejar manter-se informado pode escrever para centrodeterapiasbreves@fibertel.com.ar ou consultar www.centrodeterapiabreve.com.
Referências
Jacobson, Follette y Revenstorf (1984). Psychotherapy outcome research: Methods for reporting variability and evaluating clinical significance. Behavior Therapy, 15, 336-352.
Jacobson Neil S., Truax Paula (1991). Clinical Significance: A Statistical Approach to Defining Meaningful Change in Psychotherapy Research. Journal of Consulting and Clinical Psychology, 59 (1), 12-19.
Hawkins Eric J., Lambert Michael J., Vermeersch Dave A., Slade Kastin L. & Tuttle Kenneth C. (2004). The Therapeutic Effects of Providing Patient Progress Information to Therapists and Patients. Psychotherapy Research, 14 (3), 308-327.
Howard Kenneth I., Kopta Mark S., Krause Merton S., Orlinsky David E. (1986). The Dose-Effect Relationship in Psychotherapy. American Psychologist, 41 (2), 159-164.
Howard Kenneth I., Moras Karla, Brill Peter L., Martinovich Zoran, Lutz Wolfgang (1996). Evaluation of Psychotherapy. American Psychologist, 51 (10), 1059-1064.
Lambert Michael J., Whipple Jason L., Smart David W., Vermeersch David A., Nielsen Stevan Lars & Hawkins Eric J. (2001). The effects of Providing Therapists with Feedback on Patient Progress During Psychotherapy: Are Outcomes Enhanced? Psychotherapy Research, 11 (1), 49-68.
Szprachman de Hubscher R. (2005). Terapia breve – Teoría de la técnica. Inventario de Logro de Objetivos en Psicoterapia. Editorial Lugar, segunda edición.
Este artigo é a tradução para o português de “Investigación Científica en Evaluación de Resultados en Psicoterapia”, publicado pela Red Sistémica (primeira publicação: Perspectivas Sistémicas, n° 87, année 17, juillet-août 2005). Traduzido e republicado com a autorização da revista.
Ler o artigo originalComo citar este artigo
Szprachman de Hubscher, R., & Lambert, M. J. (2022). Pesquisa científica em avaliação de resultados em psicoterapia (Complexe Systémique, trad.). Complexe Systémique. https://app.complexe-systemique.com/pt_BR/articles/pesquisa-cientifica-em-avaliacao-de-resultados-em-psicoterapia (Obra original publicada em 2005 em Perspectivas Sistémicas, n° 87, année 17, juillet-août 2005; republicada em 2022 por Red Sistémica, https://redsistemica.ar/2022/07/19/investigacion-cientifica-en-evaluacion-de-resultados-en-psicoterapia/)
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