Tradução assistida por IA

Esta versão foi traduzida do inglês pelo Complexe Systémique com a ajuda da inteligência artificial. Em caso de dúvida, prevalece a versão original.

Journal of Solution Focused Practices · Opinião

Praticar os lampejos (glimmering)

Os glimmers são os lampejos: os minúsculos sinais de segurança e conexão que Deb Dana nomeou, em espelho dos gatilhos (triggers), a partir da teoria polivagal. Victoria Spashchenko faz deles uma prática focada nas soluções, em sete passos e outros tantos experimentos a tentar: reencontrar um lampejo numa foto do celular, atravessá-lo pelos cinco sentidos, manter um diário de lampejos, nomear um no relato da outra pessoa, e até uma “pergunta do lampejo” para quem já não acredita em milagres. Escrito da Ucrânia, onde o programa nacional de saúde mental lhe dedica um capítulo: uma pessoa no front que adota um gatinho, alguém da vizinhança que olha as estrelas durante o apagão. Com o depoimento de Julia Kalenberg e a pergunta final: o que, aqui, lampeja para você?

Autora Victoria Spashchenko, praticante, coach e formadora focada nas soluçõesPrimeira publicação Journal of Solution Focused Practices, vol. 9, n.º 2, 2025Tradução Complexe Systémique, tradução não oficial

Tradução não oficial para o português. Este artigo é a tradução de Practising Glimmering, de Victoria Spashchenko, publicado no Journal of Solution Focused Practices (2025), doi: 10.59874/001c.145261, sob licença CC BY 4.0. Tradução realizada pelo Complexe Systémique em setembro de 2026: o texto original foi traduzido para o português e reformatado, com a tabela que compara lampejos e gatilhos apresentada em duas listas, o que constitui uma modificação da obra nos termos da licença. A palavra inglesa glimmer é traduzida por “lampejo”, e glimmering por “prática dos lampejos”. Esta tradução não foi feita nem pela autora nem pelo editor, que não respondem pelo seu conteúdo nem por eventuais erros. A versão original prevalece.

Não estamos falando de grandes, amplas e expansivas experiências de alegria, segurança ou conexão. São micromomentos que começam a moldar o nosso sistema de maneiras muito suaves.

Deb Dana (2018), citada na epígrafe do artigo

Resumo

Este artigo explora o poder suave da prática dos lampejos, uma prática enraizada em notar minúsculos e poderosos momentos de alegria e conexão. Por meio da reflexão e de experiências pessoais, oferece orientação, inspiração e um convite a explorar os lampejos com criatividade e curiosidade.

O conceito de lampejos (glimmers) surgiu do trabalho pioneiro de Deb Dana, assistente social clínica licenciada e voz de destaque na tradução da teoria polivagal para a prática terapêutica. Ela introduziu os lampejos como os sinais sutis, muitas vezes fugazes, de segurança que ativam o estado vagal ventral — o ramo do sistema nervoso autônomo associado à conexão, à calma e ao engajamento social.

Cunhado pela primeira vez no seu livro The Polyvagal Theory in Therapy: Engaging the Rhythm of Regulation (2018), o termo se contrapõe, em Dana, aos gatilhos (triggers), mais amplamente conhecidos; ela nos convidou a deslocar a nossa atenção para a biologia da segurança e da conexão — uma prática que não só apoia a cura individual, mas também fomenta a corregulação e a resiliência nas comunidades.

O meu encontro com os lampejos foi acidental: deparei com este curto vídeo de três minutos no qual Deb Dana explica o que são os lampejos e como começar a notá-los na vida diária – https://www.youtube.com/watch?v=WPwp6nyotME&ab_channel=NortonMentalHealth.

Admirei a sua abordagem e me lancei imediatamente a praticá-la. Acreditava também que a prática dos lampejos se alinhava naturalmente com a abordagem focada nas soluções: trata-se sempre de deslocar o foco, cultivar a habilidade de notar a serviço da cura emocional e criar micromomentos que fazem brotar uma mudança preferida significativa.

Este artigo convida você a considerar a aplicação prática dos lampejos nas suas interações consigo e com as outras pessoas. Há benefícios? Como a sua vida mudará se você partir numa viagem pelos lampejos?

1. Lampejos e gatilhos

Os lampejos não são o oposto dos gatilhos, mas é útil comparar em que diferem.

Lampejos

  • Estímulos positivos sutis que evocam sentimentos de segurança, conexão ou calma
  • Encorajam sentimentos de paz, alegria, conforto ou esperança
  • Ativam o sistema nervoso parassimpático (descanso e digestão)
  • Fortalecem a resiliência e apoiam a cura emocional por meio da atenção consciente a pequenos momentos que elevam
  • Criam efeitos positivos em cascata: minúsculos lampejos se acumulam, reforçando uma visão da vida mais esperançosa e equilibrada

Gatilhos

  • Estímulos negativos que ativam uma resposta de estresse ou memórias traumáticas
  • Induzem sentimentos de medo, ansiedade, raiva ou angústia
  • Ativam o sistema nervoso simpático (luta, fuga, congelamento)
  • Identificar os gatilhos ajuda a elaborar o trauma
  • Criam efeitos negativos em cascata: escaladas emocionais, respostas impulsivas, padrões de pensamento negativos e comportamentos destrutivos

Embora nem sempre possamos evitar os gatilhos ou os seus efeitos imediatos, contrabalançá-los com lampejos e cultivar uma mentalidade voltada para os lampejos pode nos fortalecer.

2. Você já sabe lampejar

Você já pratica os lampejos.

Pegue o seu celular, encontre uma foto que evoque em você um sentimento de calor, alegria, felicidade ou profunda satisfação. Pare aí. Pense no momento em que ela foi tirada. O que tinha de especial? Por que ele ainda se destaca para você? Se voltar a esse momento eleva você, há uma alta probabilidade de que tenha capturado um lampejo.

3. Lampejos com os cinco sentidos (ou seis, ou mais)

Muitos lampejos chegam de surpresa — pequenos momentos sensoriais que nos tocam e são imediatamente reconhecidos pelos nossos sentidos. Podemos:

  • Ver um lampejo (uma paisagem de tirar o fôlego, uma luz suave, um rosto familiar)
  • Ouvir um lampejo (o canto dos pássaros, uma risada, uma música que mexe com algo dentro de nós)
  • Saborear um lampejo (um prato querido, preparado por alguém de quem gostamos)
  • Cheirar um lampejo (o perfume das flores, da chuva fresca ou do pão recém-assado)
  • Tocar um lampejo (um abraço caloroso, a maciez de um cachecol, a sensação do sol na pele)

E se você acredita num sexto, num sétimo sentido ou em sentidos mais sutis, os lampejos também podem chegar a você pela intuição, pela energia ou pela conexão espiritual. A prática dos lampejos não é limitada pela lógica: é um convite a notar.

Tente este experimento

Pense num momento do seu passado em que você viveu um lampejo. Tente rastreá-lo pelos seus sentidos. O que você viu, ouviu, cheirou, saboreou, tocou… Tire um minuto para escrever:

  • Eu vi…
  • Eu ouvi…
  • Eu cheirei…
  • Eu saboreei…
  • Eu toquei…
  • Eu…..

Deixe a lembrança recordar a você que os lampejos já fazem parte da história da sua vida.

4. Treine o seu cérebro para lampejar

Os lampejos podem passar despercebidos e, assim, correm o risco de ser parcialmente desperdiçados. Dar-lhes atenção consciente pode ser uma prática útil e recompensadora.

Tente este experimento

Para treinar o seu cérebro para lampejar, comece estabelecendo a intenção clara de convidar esses momentos para a sua vida. Quando notar um lampejo no seu dia, permita-se parar ou desacelerar para realmente absorvê-lo. Envolva e ancore a experiência nos seus cinco sentidos (seis ou mais). Reconheça o que está acontecendo no seu corpo.

Manter um diário de lampejos pode ajudar. Você pode começar com apenas um lampejo por dia, e logo verá como a sua habilidade de reconhecer micromomentos de alegria e conexão se fortalece.

Se você fosse começar o seu diário de lampejos agora mesmo, qual seria o primeiríssimo momento que gostaria de registrar?

5. Envolva-se em conversas de lampejos

Ao falar consigo ou com outras pessoas, estabeleça a intenção de notar o que, nas histórias delas, lampeja para você; nomeie esses momentos – essas faíscas de esperança, força ou alegria –, conecte-os aos seus sentidos, sinta como ressoam no seu corpo. Se for apropriado, compartilhe as suas experiências com a pessoa com quem você fala e convide-a a fazer o mesmo. Deixe essa troca se tornar uma parte significativa do seu diálogo e ajudar as duas partes a (re)descobrir algo sobre si.

Tente este experimento

Na próxima vez em que tiver uma conversa, tente identificar e nomear pelo menos um lampejo na história da outra pessoa. Note como isso muda o tom e a profundidade da sua interação.

6. Um lampejo de esperança

O Programa Nacional Ucraniano de Saúde Mental “Como você está?” (“Як ти?”) inclui um capítulo sobre os lampejos. Praticar os lampejos mesmo (ou sobretudo) nos tempos mais sombrios pode ser uma fonte vital de força, resiliência e cura.

Ao preparar a minha apresentação sobre os lampejos para a conferência SolWorld 2025, perguntei a pessoas do meu país se, e quando, tinham vivido micromomentos de alegria em situações que, para muita gente dentro e fora da Ucrânia, pareciam inimaginavelmente difíceis. Perguntei sobre momentos realmente pequenos, minúsculos, fluidos. Uma pessoa na linha de frente viu e adotou imediatamente um gatinho que sobreviveu ao bombardeio dos russistas; alguém da vizinhança contemplou as estrelas à noite durante o apagão, encontrando consolo na sua beleza silenciosa; uma mãe de uma criança de quatro anos apreciou um momento em que fizeram juntas uma “respiração do ursinho” depois de um ataque aéreo (uma técnica de respiração para ensinar as crianças a recuperar o controle do corpo, a ganhar força e a construir resiliência: coloca-se um ursinho de pelúcia sobre a própria barriga ou a da criança e observa-se ele subir e descer a cada respiração…).

Notei que simplesmente perguntar sobre os lampejos faz as pessoas desacelerarem, pararem e saírem à caça de lampejos nas suas memórias, conectando esses episódios pequenos mas importantes ao momento presente e introduzindo uma mudança.

Tente este experimento

Experimente o diário de lampejos. Volte a um “tempo sombrio” da sua vida. Qual foi um pequeno momento que lhe trouxe uma sensação de calma, força ou conexão?

7. Um lampejo como milagre. Uma pergunta do lampejo?

Algumas pessoas afirmam não acreditar em milagres; são céticas, ou até rejeitam a ideia por completo. Durante as minhas palestras sobre a abordagem focada nas soluções com públicos ucranianos, descobri também que, de algum modo, chegamos à conclusão de que um milagre é algo que precisamos criar por conta própria antes que ele se manifeste na vida (e, de muitas maneiras, isso é verdade).

No entanto, todo mundo já viveu lampejos. Então, não concordaríamos que uma pergunta do lampejo bem colocada pode ser uma maneira poderosa de negociar um futuro preferido?

Ainda estou explorando a pergunta do lampejo “perfeita”, mas aqui estão algumas com as quais venho experimentando:

Perguntas do lampejo

“(Numa escala de… a…) qual é, na sua opinião, a probabilidade de que alguma mudança inesperada e positiva para você possa acontecer? Como você saberá / sentirá / verá… que ela aconteceu? Que sensações você poderia notar no seu corpo? Como essa faísca inesperada de alegria influenciará as suas relações, as pessoas ao seu redor? Como é o seu lampejo de esperança?”

Qual é a sua pergunta do lampejo?

8. Mais adiante no caminho da prática dos lampejos. Uma história pessoal de Julia Kalenberg

A prática dos lampejos está ao nosso alcance. A minha colega Julia Kalenberg, formadora em liderança e coach de lideranças, abraçou a prática dos lampejos com curiosidade e criatividade, deixando-a evoluir naturalmente para algo profundamente esclarecedor.

Para destacar isso, tenho a honra de compartilhar esta seção escrita por Julia, cuja experiência pessoal ilustra lindamente como os lampejos podem surgir de maneiras inesperadas. A sua história é um testemunho de como essa prática pode ressoar de modo único em cada pessoa, encorajando-nos a explorar os nossos próprios lampejos com um olhar novo e o coração aberto.

Julia Kalenberg

“Em maio de 2025, participei do workshop de Victoria, “Praticar os lampejos”, na conferência SOLworld em Mechelen.

A oportunidade de explorar algo que pudesse acalmar o sistema nervoso, fomentar um senso de força e segurança e contribuir para a resiliência me atraiu imediatamente. Pensei que isso poderia ser útil não só para mim, mas também para as pessoas que acompanho no coaching.

Embora eu nunca tivesse ouvido o termo “lampejos” antes, a ideia me pareceu familiar. Caiu em terreno fértil. Há anos venho colecionando e experimentando ferramentas para deslocar deliberadamente o meu foco. E ainda assim, aspectos novos e diferentes continuam a enriquecer os meus “mudadores de foco” existentes.

Deixe-me apresentar alguns deles e explicar o que é semelhante e o que é diferente na prática dos lampejos.

O experimento dos feijões: há alguns anos, encontrei on-line a “história do velho conde”. Trata-se de contar “momentos especiais” (como ouvir um pássaro cantar ou receber um sorriso) usando grãos de feijão secos, que se passam de um bolso da calça para o outro à medida que são notados.

O “diário da felicidade”: inspirada pela ideia de Martin Seligman de cultivar a gratidão, venho anotando de uma a três pequenas experiências positivas do dia anterior como parte da minha rotina matinal. Uso para isso um caderninho minúsculo. Ele me ajuda a notar os momentos positivos de forma mais consciente e a fazê-los durar mais ao escrevê-los. Depois de algumas semanas dessa prática, convenci-me de que, mesmo nos “dias péssimos”, sempre haveria um momento minúsculo digno de nota.

Assim, estar atenta aos momentos especiais já fazia parte da minha vida. O que era novo para mim nos lampejos era:

  • Eles podiam ser ainda menores (por exemplo, um único raio de sol atravessando as árvores).
  • Podiam ser percebidos por todos os nossos sentidos.
  • Há um incentivo a estabelecer uma intenção pela manhã.
  • Paramos para ancorar o lampejo, absorvendo-o plenamente pelos sentidos e notando o seu efeito no corpo.

Também fui profundamente atraída pela ideia dos lampejos como contraste dos gatilhos.

Muito motivada, enriqueci a minha prática de gratidão com os lampejos. Comecei a escrevê-los no meu diário habitual, usando uma caneta iridescente, uma “caneta de lampejos”. Escrevo “LAMPEJOS” e depois anoto alguns do dia anterior. Só de escrever a palavra “LAMPEJO” já evoca uma sensação agradável. Agora paro sempre que noto um lampejo, ancoro-o e observo como o meu corpo responde. A experiência é mais profunda e mais satisfatória do que tudo o que eu havia encontrado antes na minha prática de gratidão. Abrir o meu “radar de lampejos” aos cinco sentidos aumentou significativamente o número de momentos que noto.

Motivada pela minha própria experiência, comecei a apresentar a ideia dos lampejos a outras pessoas.

A caminho de uma reunião de família, a minha tia reclamava de como os meus primos e primas tinham planejado o evento. Ouvi as suas preocupações e a convidei gentilmente a contar os minúsculos momentos especiais durante a celebração, ficando atenta aos lampejos. Dois dias depois, ela me ligou — entusiasmada e alegre. Disse-me que tinha sido a melhor celebração de família em muito tempo.

No início deste verão, a minha sogra de 94 anos passou por um período mentalmente difícil. Compartilhei com ela o meu entusiasmo pelo workshop de Victoria e o quanto ele me impactou. Começamos a compartilhar os nossos momentos de lampejo pelo WhatsApp. Algumas semanas depois, ela me disse que agora nota coisas como as muitas florzinhas individuais de uma grande inflorescência de hortênsia.

Quanto à minha própria prática dos lampejos — adoro criar hábitos em torno das coisas que acho úteis. Então procurei algo que me lembrasse regularmente dos lampejos. Como fã de sketchnoting, fiz à mão um marcador de livro que diz “Aproveite os lampejos” — um para cada membro da família. Quando terminei todos, pensei: “Preciso de um também”, e fiz um para mim.”

Conclusão

A prática dos lampejos pode se manifestar a cada momento.

Ela nos convida a desacelerar, parar e notar as pequenas faíscas de luz que iluminam o nosso mundo interior, mesmo em meio às dificuldades. Ao nos concentrar intencionalmente no que lampeja para nós, redirecionamos suavemente a atenção para as forças e os recursos e apoiamos um movimento rumo à mudança preferida.

A história da minha colega destaca como a prática dos lampejos pode evoluir de modo único para cada pessoa — servindo não como um método fixo, mas como um caminho para o autoconhecimento, a conexão e o encantamento.

O que, neste artigo, lampeja para você, para começar, continuar ou aprofundar a sua própria viagem pela prática dos lampejos?

Complexe Systémique: para lembrar

Um texto curto, para praticar mais do que para ler: sete passos, cada um com o seu experimento. O que ele traz à abordagem focada nas soluções é uma ponte com a teoria polivagal de Deb Dana: o lampejo é uma exceção que passa pelo corpo e pelos sentidos, e a “pergunta do lampejo” é uma pergunta do milagre na escala do micromomento, para quem já não acredita em milagres. Ler junto com o micromomento de Katti Jisuk Seo e com o primeiro texto de Victoria Spashchenko escrito da guerra. A autora escreve “russistas” e “russa” sem maiúscula: mantivemos as suas escolhas.

Sobre a autora

Victoria Spashchenko é praticante e promotora da abordagem focada nas soluções, coach, facilitadora e palestrante, autora dos guias práticos How to Solve Problems Without Discussing Them. Solution-Focused Approach for Managers and for Others, too, Moving from Problem to Solution e WOwW-school. Working on what works. Solution-Focused Approach for Teachers, Parents and for Others, too (em ucraniano), bem como coautora do livro Using video games in the classroom. Challenges and Solutions: All you need to know to start using video games in your classroom com a Dra. Elena V. Shliakhovchuk. É também autora de #war_thoughts: Unfiltered and Raw Reflections on Recent russian Agression Against Ukraine (https://www.amazon.com/war_thoughts-Unfiltered-Reflections-Agression-Ukraine-ebook/dp/B0BVRSTCGM). É interculturalista e foi membro do conselho da SIETAR Europa (2019-2024). E-mail: victoria.spashchenko@gmail.com

Submetido em 23 de julho de 2025. Aceito em 7 de outubro de 2025. Publicado em 9 de outubro de 2025.

Referências

Dana, D. (2018). The Polyvagal Theory in Therapy: Engaging the Rhythm of Regulation. WW Norton. https://wwnorton.com/books/9780393712377/

Tradução não oficial para o português de Practising Glimmering, de Victoria Spashchenko, publicado no Journal of Solution Focused Practices, vol. 9, n.º 2 (2025), doi: 10.59874/001c.145261, sob licença CC BY 4.0. Tradução e formatação: Complexe Systémique, setembro de 2026 — a obra foi modificada nos termos da licença. Nem a autora nem o editor respondem por esta tradução; a versão original prevalece.

Tradução não oficial para o português de “Practising Glimmering”, publicado em Journal of Solution Focused Practices (2025) sob licença CC BY 4.0. A tradução foi realizada pelo Complexe Systémique, não provém dos autores nem da editora, que não respondem por seu conteúdo; a versão original prevalece.

Ler o artigo original

Como citar este artigo

Spashchenko, V. (2025). Praticar os lampejos (glimmering) (Complexe Systémique, trad.). Complexe Systémique. https://app.complexe-systemique.com/pt_BR/artigos/praticar-os-lampejos-glimmering (Obra original publicada em 2025 em Journal of Solution Focused Practices, vol. 9, n° 2 (2025); republicada em 2025 por Journal of Solution Focused Practices, https://journalsfp.org/article/145261)

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