Este capítulo propõe modos de uso clínicos segundo os contextos de utilização, para evitar a ideia de que um mesmo protocolo funcionaria em toda parte. O objetivo é compreender o que a ferramenta permite em cada enquadre — individual, casal, família, supervisão — e como ajustar o dispositivo: qual vínculo se coloca em trabalho, qual nível de proteção é necessário, qual ritmo instalar, e que tipo de perguntas privilegiar.
Você aprenderá a manter uma coerência no espírito de Amour Monstre modulando ao mesmo tempo a sua postura e as suas consignas, para que as cartas permaneçam um terceiro seguro que aumenta a clareza, a nuance e as escolhas possíveis.