Este capítulo sobre as simulações de atendimentos é a ponte entre a teoria e o gesto clínico. O objetivo é mostrar a você, em situação, como o enquadre se sustenta: como introduzir o jogo, como colocar as consignas, como perguntar sem aprisionar, e como gerenciar os momentos de emoção ou de tensão. As simulações não servem para « copiar uma receita », mas para identificar microcompetências: ritmo, escolha das retomadas, reformulações, proteção da fala, e ajustes do dispositivo segundo o contexto. Em outras palavras, você vai ver como Amour Monstre se torna uma ferramenta viva, integrada à sua postura, em vez de um simples suporte de cartas.