Esta versão foi traduzida do inglês pelo Complexe Systémique com a ajuda da inteligência artificial. Em caso de dúvida, prevalece a versão original.
Journal of Solution Focused Practices · Resenha
Quarenta e oito cartas, cada uma com uma palavra, “calmo”, “resiliente”, “atencioso”, “analítico”, “estratégico”, e uma imagem que a evoca. Tara Gretton, que chegou à prática focada nas soluções vinda do serviço social, conta como essas cartas encontraram lugar com jovens, depois com adultos, adultos com dificuldades de aprendizagem, grupos, equipes. O princípio é simples: começa-se pelas ferramentas clássicas da abordagem, e tiram-se as cartas quando a conversa empaca ou procura outra porta de entrada. Uma resenha curta, que também aponta a pequena literatura sobre cartas de forças em coaching e terapia.
Tradução não oficial para o português. Este artigo é a tradução de At My Best Strengths Cards (Second Edition), de Tara Gretton, publicado no Journal of Solution Focused Practices (2025), doi: 10.59874/001c.146657, sob licença CC BY 4.0. Tradução realizada pelo Complexe Systémique em setembro de 2026: o texto original foi traduzido para o português e reformatado, o que constitui uma modificação da obra nos termos da licença. Esta tradução não foi feita nem pela autora nem pelo editor, que não respondem pelo seu conteúdo nem por eventuais erros. A versão original prevalece.
Seja em educação, terapia, coaching ou contextos organizacionais, um conjunto de cartas de forças At My Best é um excelente recurso para quem quer encorajar a reflexão, criar conexão e trazer à tona o melhor das outras pessoas.
At My Best Strengths Cards (segunda edição). At My Best (Work Positive Limited), 2024, 48 cartas, a partir de £12,50 o conjunto.
As cartas de forças At My Best foram originalmente concebidas como ferramentas baseadas na psicologia, destinadas a uso profissional, mas o seu alcance vai muito além dessa descrição. Oferecem uma forma criativa e envolvente de ajudar pessoas de todas as idades a explorar quem são quando estão no seu melhor.
Conheci as cartas depois de deixar o serviço social, procurando ferramentas que pudessem apoiar o meu trabalho focado nas soluções. No início, perguntei-me como poderiam se traduzir em conversas com jovens, e descobri com que naturalidade abriam um diálogo rico e significativo. Ajudaram jovens a ampliar o vocabulário, a pensar no que diferentes palavras significavam para esses jovens e a ligar essas ideias às histórias da sua vida cotidiana.
Cada carta combina uma palavra cuidadosamente escolhida, como calmo, resiliente, atencioso, analítico ou estratégico, com uma imagem evocativa. Esse pareamento simples convida à curiosidade e à reflexão, encorajando as pessoas a explorar como essas qualidades aparecem nas suas próprias experiências. O processo muitas vezes ajuda a deslocar o pensamento de uma perspectiva centrada no problema para uma perspectiva centrada nas possibilidades.
A pesquisa apoia o uso de ferramentas baseadas em cartas em contextos de coaching, terapia e educação. Estudos como o de Fouracres e van Nieuwerburgh (2020) descobriram que identificar forças por meio de cartas reforça a autoexpressão e a autoconsciência. Outras pesquisas, incluindo Karnieli-Miller, Nissim e Goldberg (2017), destacam como as cartas de metáforas e imagens encorajam a exploração de valores e narrativas mais ricas.
Nas conversas focadas nas soluções, individuais, com uma família ou em grupo, costumo começar pelas ferramentas focadas nas soluções fundamentais antes de introduzir as cartas. Vejo as cartas At My Best como um acréscimo valioso, que pode ser integrado em diferentes momentos da interação. São particularmente úteis quando alguém procura uma forma nova ou alternativa de entrar na conversa. Muitas vezes, funcionam como catalisador, ajudando a iniciar uma troca significativa ou a fazer a discussão avançar numa nova direção.
A At My Best também produz um conjunto de cartas de boas perguntas (Good Question cards). Desde que recebi os dois conjuntos, uso-os numa grande variedade de contextos. Serviram no meu trabalho com adultos, crianças, jovens e adultos com dificuldades de aprendizagem, bem como em trabalho de grupo, formação e coaching. De muitas formas, tenho feito a minha própria pesquisa qualitativa informal com as pessoas que acompanho. O que se destaca de forma consistente é a versatilidade e a adaptabilidade tanto das cartas de forças quanto das cartas de perguntas em tantos contextos diferentes.
No meu trabalho com adultos com dificuldades de aprendizagem, por exemplo, há momentos em que a conversa pode travar um pouco. Certa vez, introduzir as cartas de perguntas abriu novas possibilidades e direções, que se alinharam lindamente com a forma singular como a pessoa via o mundo. Foi maravilhoso observar a sua reflexão e ouvir a riqueza das suas respostas às perguntas.
As cartas At My Best são muito versáteis, funcionam igualmente bem com todas as faixas etárias e têm lugar em coaching, liderança e desenvolvimento de equipes. A sua natureza interativa traz ludicidade e curiosidade às conversas, ao mesmo tempo que apoia uma reflexão e uma conexão mais profundas. Seja em educação, terapia, coaching ou organizações, são um excelente recurso para quem quer encorajar a reflexão, criar conexão e trazer à tona o melhor das outras pessoas.
Mais sobre as cartas no site da editora: https://atmybest.com/
Complexe Systémique: o que reter
Uma resenha de duas páginas, mas que estabelece uma boa regra de uso: as cartas não substituem a conversa, elas a relançam quando ela trava. Uma palavra e uma imagem fazem o que uma pergunta aberta nem sempre consegue, com jovens a quem falta vocabulário ou com adultos para quem a abstração é difícil. Para ler com a técnica dos círculos de Huibers e Furman, outro suporte visual para inventariar as forças, e com o elogio segundo Frank Thomas, de que as cartas são uma forma materializada. Para a mesma intuição do lado da pessoa atendida, praticar os lampejos.
Referências
Fouracres, R., & van Nieuwerburgh, C. (2020). Coaching psychology and the use of strengths cards in education and coaching practice. International Journal of Evidence Based Coaching and Mentoring, 18(1), 69–83.
Karnieli-Miller, O., Nissim, S., & Goldberg, D. (2017). Metaphor and image cards as tools for promoting emotional exploration and dialogue in therapy and supervision. Arts in Psychotherapy, 55, 116–124.
Contato
Tara Gretton, profissional, formadora e coach focada nas soluções: taragrettonsolutions@gmail.com
Tradução não oficial para o português de At My Best Strengths Cards (Second Edition), de Tara Gretton, publicado no Journal of Solution Focused Practices, vol. 9, n.º 2 (2025), p. 131-133, doi: 10.59874/001c.146657, sob licença CC BY 4.0. Tradução e diagramação: Complexe Systémique, setembro de 2026 — a obra foi modificada nos termos da licença. Nem a autora nem o editor respondem por esta tradução; a versão original prevalece.
Tradução não oficial para o português de “At My Best Strengths Cards (Second Edition)”, publicado em Journal of Solution Focused Practices (2025) sob licença CC BY 4.0. A tradução foi realizada pelo Complexe Systémique, não provém dos autores nem da editora, que não respondem por seu conteúdo; a versão original prevalece.
Ler o artigo originalComo citar este artigo
Gretton, T. (2025). As cartas de forças At My Best (segunda edição) (Complexe Systémique, trad.). Complexe Systémique. https://app.complexe-systemique.com/pt_BR/artigos/as-cartas-de-forcas-at-my-best-segunda-edicao (Obra original publicada em 2025 em Journal of Solution Focused Practices, vol. 9, n° 2 (2025), p. 131-133; republicada em 2025 por Journal of Solution Focused Practices, https://journalsfp.org/article/146657)
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